terça-feira, 9 de abril de 2013

Simpósio Campinas Amazônicas


PROGRAMA

17 de abril de 2013 - Quarta Feira
9h-9h30 Abertura
9h30-10h Características gerais das campinas Amazônicas
  Mario Cohn-Haft
10h-10h30 Contexto geomorfológico de campinas e campinaranas visto em imagens Landsat e SRTM
  Bruce Nelson
10h30-11h intervalo
11h-12h Influência da podzolização de solos lateríticos na evolução das campinas amazônicas
  Nádia Regina do Nascimento, Guilherme Taitson Bueno e Emmanuel Fritsch.
14h-15h Padrões biogeográficos em plantas
  Alberto Vicentini
15h-15h30 intervalo
15h30-16h30 A avifauna das campinas: uma visão geral
  Mario Cohn-Haft
16h30-17h30 Diversidade e distribuição de aves de campinas amazônicas em diferentes contextos espaciais
  Sergio Borges e Cintia Cornelius
17h30-18h Perguntas/Discussão

18 de abril de 2013 - Quinta Feira
9h-9h30 Filogeografia comparada entre aves de áreas abertas amazônicas: especies irmãs, histórias diferentes
  Camila Duarte Ritter e Laís Coelho
9h30-10h Diversificação de Xenopipo atronitens e a história das áreas de areia branca da Amazônia
  Camila Ribas e João Capurucho
10h-10h30 Perguntas/Discussão
10h30-11h intervalo
11h-12h Conectividade populacional em uma paisagem naturalmente fragmentada: estrutura e diversidade genética de Xenopipo atronitens em diferentes contextos espaciais  
  Cintia Cornelius e João Capurucho
14h-14h30 O que modelos de nicho nos dizem sobre Campinas e Campinaranas em paleoclimas e o caso de Xenopipo atronitens
  Marina Anciães, Marcelo S. Jr. e e João Capurucho
14h30-15h Cyanocorax hafferi: história natural e conservação nas campinas dos interflúvios Madeira-Purus e Purus-Tapauá
  Marcelo Santos Jr. e Mario Cohn-Haft
15h-15h30 intervalo
15h30-16h30: Campinas amazônicas: desafios para a conservação de um ecossistema frágil
  Sergio Borges e Marcelo Moreira
16h30-18h  Discussão geral e conclusão

quinta-feira, 28 de março de 2013

Modelagem de nichos ecológicos e a distribuição geográfica

Visando oferecer uma base conceitual e metodológica sobre a modelagem de nicho ecológico e a distribuição geográfica das espécies, Peterson et al. (2011) sintetizaram boa parte dos avanços e discussões nessa área, oferecendo uma importante referência para quem está interessado em entender e aplicar melhor essas ferramentas.


Para saber mais:

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Biogeografia das áreas secas da Australia

Apresentação / Discussão com o Dr Adam Stow - Macquarie University - Australia
Dia 16 de outubro, terça feira, 15hs - Auditorio do BADPI - INPA Campus 2

Dr Adam Stow

Senior Lecturer Biology, Macquarie University

 Research Interests

My research is directed towards three broad themes, conservation genetics, evolutionary processes and molecular ecology and most projects contain elements from each of these. During my career in biology I have focused my attention on animals, both vertebrate and invertebrate in both marine and terrestrial environments. I have found molecular markers to be invaluable tools and I apply their use to most of my questions. Interests in marine biology include genetic structuring and dispersal patterns in sharks, including grey nurse shark and gummy sharks along with work on the Australian Sealion. Research themes in the terrestrial environment include functional genomics and behavioural ecology, antimicrobial defense and the evolution of sociality and climate change and conservation in Australia’s arid regions. Terrestrial organisms studied include numerous species of reptile, a few mammals and birds and several invertebrate taxa including beetles, wasps, bees and thrips. Just about all of my work is collaborative; most of my regular research companions can be identified in my publication list.

 

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Biogeografia da Amazônia - Apresentação e discussão

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Dia 21 de setembro, Sexta Feira
15hs
Auditorio do BADPI (a confirmar)

MacArthur & Wilson na Amazônia?! Ensaios
ornitológicos em biogeografia de ilhas

Sérgio Henrique Borges
Fundação Vitória Amazônica

Animais e plantas que habitam ilhas ao redor do planeta sempre fascinaram filósofos, naturalistas e pesquisadores modernos. A influência das ilhas no pensamento biológico é claramente ilustrada pelos “insights” fundamentais que Darwin e Wallace tiveram a partir de suas experiências de campo nas ilhas de Galápagos e do arquipélago Malaio, respectivamente. A partir do modelo de equilíbrio dinâmico de MacArthur e Wilson, proposto no fim dos anos 1960, o estudo da biota das ilhas se consolidou como uma disciplina com explícita capacidade preditiva. Nas últimas décadas novas sínteses de estudos da biodiversidade em ilhas aperfeiçoaram o modelo de MacArthur e Wilson, mantendo a biogeografia de ilhas como uma disciplina dinâmica e estimulante. Mas o que a biogeografia de ilhas tem a contribuir com o estudo da biodiversidade na Amazônia, um bioma notório pela continuidade e grande extensão de área ocupada por seus ambientes? Vários ambientes que compõem o bioma amazônico se manifestam em forma de ilhas reais (p. ex. ilhas fluviais) ou de hábitats insulares (p. ex. campinas amazônicas). Atividades antropogênicas deram origem a hábitats insulares como fragmentos florestais e ilhas em lagos artificiais de hidrelétricas. Além disso, inundações da bacia amazônica mediadas por incursões marinhas ocorridas em vários momentos do período geológico, podem ter deixados marcas históricas na organização da biota atual (ilhas históricas). Nesta palestra são apresentados alguns resultados de estudos com aves em sistemas naturalmente ilhados na Amazônia: montanhas guianenses (tepuis) do norte da bacia, campinas de areia branca ao norte do rio Amazonas e ilhas fluviais do Rio Negro. As distribuições das aves nestes distintos sistemas apresentaram padrões às vezes concordantes, às vezes discordantes dos previstos pelos modelos clássicos de biogeografia de ilhas. Como conclusão preliminar eu acredito que modelos de biogeografia de ilhas podem ser úteis como marcos referenciais para se estudar a biodiversidade dos ambientes de natureza insular na Amazônia.